Entrevista ao 24heures 

Sábado, Shania Twain visitou o Chillion por ocasião da noite do Balé Francês.

Deixou a desejar, mas finalmente chegou com meia hora de atraso que só as superstars podem se permitir. Seu nome significa “estou no meu caminho”. Durante quinze minutos, foi a canadense dona de um castelo que cruzou o nosso. Num francês quase impecável, Shania Twain deu-nos o ar da graça. A primeira vez em nove anos no Riviera.

Este gala constitui sua primeira aparição em público aqui. Por quê?


(surpresa) Sempre estive em público! Como todos, saio e dou minhas corridas ao supermercado. Estou bem aqui e não faço segredo. Este lago e estas montanhas inspirariam qualquer um. Mas busco mais a qualidade de vida que a inspiração. Como no Canadá, a natureza possui predominância. Porém lá já estava difícil manter-me.

Não teme que sua presença em Corseaux torne-se menos secreta?

Se eu selecionar cuidadosamente minhas aparições em público e se tudo é como eu penso, tudo bem. O Balé Francês oferece às crianças a possibilidade de viverem seus sonhos. Ou pelo menos juntar-se à arte. Uma experiência que cada um dos jovens deveria ter.

Com certeza sua mãe a encaminhou à isso...

Certamente influenciou-me muito. Aquilo nunca foi fácil. Mas com o retorno, acho que seria assim. Tive muito espaço para trabalhar o meu talento.

Como está este seu próximo álbum anunciado para 2008?

Está sendo trabalhado. É um longo processo. A sonoridade será POP. Quando à composição, trato de assuntos femininos com profundidade e suavidade.

E se a fama não vir mais?

A falta de sucesso não me trás medo. Não mesmo. Este álbum estou fazendo para mim mesma. Por amor à música. Não por glória. 

 
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